Planejamento Estratégico

A importância do profissional certo no lugar certo

Dentre os vários setores de uma organização encontra-se o de recrutamento e seleção. Esse setor é responsável pelo processo de atração e seleção de novos colaboradores. Ao longo dos anos contratavam-se pessoas visando somente a sua habilidade técnica. Nessa época valorizava-se um modo de trabalho mecanizado, onde as pessoas eram contratadas para desempenhar determinada função e lá permaneciam sem contribuir de outras maneiras para o crescimento da empresa.

Com as mudanças econômicas, sociais e culturais as organizações perceberam que para permanecerem competitivas no mercado e conseguirem acompanhar as transformações no cenário mundial era necessário ampliar o seu horizonte e buscar estratégias inovadoras.

A maior riqueza que uma empresa possui é o seu capital intelectual e é através do empenho e do comprometimento dos seus deles que ela consegue atingir seus objetivos, obter lucros, ganhar visibilidade no mercado e então se tornar competitiva.

Para isso se fez necessário contratar a pessoa certa para o lugar certo. Parece uma tarefa simples, mas não é. Se o colaborador é o tesouro da empresa ele não deve atuar de maneira mecanizada, ele necessita de desenvolvimento progressivo, caso contrário, fica estagnado, obsoleto.

Chegou-se à conclusão que, é de extrema importância um aprimoramento contínuo do capital intelectual da empresa para acompanhar as novas demandas do mercado. Pensando nisso as organizações passaram a exigir mais de seus colaboradores e hoje é essencial que, além de competência técnica ele apresente habilidades comportamentais que vão ao encontro da missão, dos valores e da cultura da mesma.

Para conhecer a dimensão do quanto o processo de recrutamento e seleção é importante, saiba que quando se contrata um profissional que não atende o perfil da empresa, esta sofre prejuízos não somente financeiros. Além de despesas com o novo colaborador, gera-se gastos com treinamentos para alguém incompatível com a função, baixa produtividade, possíveis problemas no atendimento ao cliente, retrabalho realizando um novo processo e perda de tempo com o deslocamento de pessoas para desempenhar as tarefas citadas anteriormente sem a obtenção de um retorno positivo.pessoas que est

Enfim, com um processo de recrutamento e seleção bem desenvolvido sua empresa só tem a ganhar. Diante disso, invista no potencial intelectual da sua empresa, contrate pessoas que estejam dispostas a somar, a agregar valor e a se desenvolver.

 

Como analisar os dados da sua Pesquisa de Mercado

Falar sobre análise de dados de pesquisa de mercado não é das tarefas mais fáceis. Não porque analisar dados seja difícil, mas porque depende muito do tipo de pesquisa que você está fazendo.

Uma análise de dados bem feita requer também processos e, normalmente, cada um tem a sua forma de trabalhar. Há, por exemplo, quem visualize melhor os resultados em tabelas, há quem prefira os gráficos.

Mas eu vou dar algumas dicas e sugestões que podem ajudar qualquer pessoa a analisar uma pesquisa de mercado e obter as respostas que precisa:

O primeiro passo, e um dos mais importantes, é começar a se preocupar com a sua análise de dados desde a criação do questionário. A forma como você estrutura e organiza o seu questionário pode facilitar e muito a sua análise. Por exemplo, evite colocar muitas questões abertas no seu questionário, pois elas são bem mais difíceis de analisar.

Avalie sempre se não é possível transformar a questão aberta em uma questão de resposta única ou múltipla, e utilize as questões abertas apenas quando é imprescindível que o entrevistado responda com suas próprias palavras.

Antes de começar a analisar a sua pesquisa, organize os dados. Abra o arquivo, organize o layout em uma planilha da forma que você está mais acostumado a visualizar e dê uma conferida geral nos dados. Verifique se os resultados estão padronizados e inclua filtros nas colunas para que você possa selecionar os resultados que quiser. Aí sim estará tudo pronto para você começar sua análise de dados!

O primeiro passo para analisar os dados e obter insights é olhar os resultados gerais. Antes, porém, é muito importante que você relembre os objetivos da pesquisa e quais as hipóteses você tinha antes de receber os resultados.

Agora sim, observe os dados gerais e anote todos os números que te chamarem a atenção. Se você está analisando uma pesquisa de satisfação, por exemplo, procure os melhores e os piores resultados. Se for uma pesquisa de hábitos de consumo, procure os hábitos mais utilizados e os menos utilizados.

Compare com as suas hipóteses e verifique se seus palpites estavam certos. Quando algo der muito diferente do que você estava esperando, procure encontrar respostas que justifiquem aquele resultado.

Após observar os dados gerais, analise os dados de forma agrupada. Verifique o perfil que respondeu a sua pesquisa e veja se há alguma diferença por sexo, idade ou renda, por exemplo. Além disso, dependendo do tipo de pesquisa, outros cruzamentos podem ser interessantes.

Se for uma pesquisa de satisfação, por exemplo, você pode analisar separadamente aqueles que deram uma nota geral positiva e os que deram nota negativa. Uma boa dica, nesses casos, é criar tabelas dinâmicas, que vão ajudar a cruzar os dados da sua pesquisa.

CONSULTORIA PARA PEQUENOS NEGÓCIOS

Com o aumento da concorrência e a necessidade de melhorar os processos e minimizar os prejuízos, contar com a ajuda de especialistas sempre é um grande auxílio para uma gestão mais eficiente.

Quando falamos de empreendimentos de menor porte, os resultados podem ser ainda mais expressivos, pois não é raro que ela conte com menos colaboradores se dobrando em mais de um serviço ou setor. E então, quer descobrir se uma consultoria para pequenas empresas realmente vale a pena? 

Para melhorar seu potencial competitivo, muitas pequenas empresas estão investindo na consultoria empresarial. No entanto, ela não deve ser encarada como a solução para todos os problemas do negócio, mas sim como uma ferramenta a mais para que você alcance a excelência e o melhor nível de atuação.

Podemos encará-la como um elo entre o empreendimento e seu setor, através do qual os gestores e administradores vão poder perceber as oportunidades que surgirem no mercado e também deverão conseguir auxílio na busca do crescimento através de novas práticas e metodologias que não seriam percebidas sem esse tipo de suporte.

Como podemos perceber, a consultoria para pequenas empresas não pode ser escolhida aleatoriamente. Ela precisa ser composta por profissionais experientes e capacitados que devem oferecer apoio, visão crítica empresarial, conhecimento holístico do mercado, capacidade de apresentar soluções para os problemas existentes e futuros, além de primar pela melhoria constante dos processos.

A consultoria também desenvolve para o cliente uma versatilidade maior nos serviços e produtos ofertados, explorando vias e caminhos ainda não descobertos. Também busca criar parcerias novas com fornecedores, compradores e até mesmo com concorrentes — o que pode ser altamente desejável no mercado atual, onde quanto maior for a sua rede de contatos, maiores serão suas chances de sucesso.

A consultoria empresarial nada mais é do que um auxílio essencial para que seu empreendimento alcance o espaço desejado em sua área, obtendo o máximo possível de desempenho, resultados e lucratividade.

Ela visa colocar sua empresa em um local de destaque diante dos clientes, bem como aumentar suas chances de atrair novos consumidores com ideias inovadoras e originais.

 

 

Consultoria, pra que?

A contratação de uma empresa de consultoria para dar velocidade e agilidade aos negócios é algo já bastante difundido nas grandes empresas. E as pequenas e médias empresas já estão incorporando cada vez esta prática em suas culturas, pois notaram que estes profissionais podem ajudar a criar várias mudanças necessárias dentro da organização.

Os benefícios são os mais variados. Organizar, planejar e executar de forma mais rápida a estrutura da empresa, recebendo por parte do consultor um diagnóstico de onde está se precisando melhorar e assim fazer um trabalho de adaptações.

E isto tudo, claro, resulta em crescimento direto dos resultados financeiros da empresa.

Confira algumas vantagens de se contratar uma consultoria de gestão para sua empresa:

1 – Renovação – uma consultoria de gestão traz conhecimento novo e experiências adquiridas em outros clientes. Isso proporciona uma visão externa, focada em resolver o problema que você está enfrentando com base na experiência de outros projetos;

2 – Disponibilidade – o consultor atua com dedicação exclusiva dentro do prazo estipulado do contrato, enquanto o pessoal interno geralmente está cheio de outras tarefas e assim não consegue ter um foco direto nos problemas específicos;

3 – Neutralidade – os consultores estão preocupados em gerar resultados, sem rixas ou concorrência por cargos na empresa;

4 – Tempo – o consultor precisa trabalhar dentro dos prazos definidos para o projeto acordado entre ele e seu cliente. Isso faz com que tudo fique mais rápido para ser esclarecido e resolvido;

5 – Foco – por ser uma pessoa de fora e que não tem os “vícios” da empresa, torna-se mais fácil e rápido o diagnóstico direto dos problemas por parte do consultor;

6 – Escopo – consultores trabalham com projetos e objetivos, o que torna o entendimento claro do escopo, facilitando o controle e garantindo o sucesso;

7 – Iniciativa sem medo – os colaboradores internos podem levar em consideração algumas emoções pois possuem relacionamentos mais longos com as demais pessoas da empresa, e isso pode atrapalhar a tomada de decisões difíceis. Já a atuação de uma consultoria de gestão é mais racional, o que facilita nessas ocasiões;

8 – Economia – o vínculo temporário com os consultores é muito mais barato do que a contratação de um especialista, o qual pode vir a se tornar desnecessário após certo período;

9 – Motivação extra – a consultoria proporciona um impulso extra, muito mais focado, para que as mudanças realmente aconteçam;

10 – Melhoria nas relações empresa/colaborador – além do gestor de cada setor, o consultor de também se mostra um porta-voz da organização junto aos colaboradores e isso já deixa claro para as pessoas que a empresa está preocupada com a melhoria contínua, que lógico, vai impactar nos resultados financeiros como já vimos anteriormente.

Matriz SWOT SEM MISTÉRIO

Muitos empreendedores e gestores quebram a cabeça em busca de um Planejamento Estratégico adequado que os ajude a definir ações, objetivos, metas e iniciativas para direcionar a operação de seus negócios.

E nessa busca por uma direção a dar para sua empresa, invariavelmente uma das ferramentas que surge em seu auxílio é a matriz SWOT. Nesse momento, logo vem à mente desses empreendedores e gestores palavras como forças, fraquezas, ameaças, oportunidades, ambiente interno e ambiente externo.

Mas na hora de por tais conceitos em prática, muitas vezes percebem que não sabem realmente como fazer uma matriz SWOT. Na verdade, não existem grandes segredos em como fazer uma análise SWOT. Inclusive, ela foi criada em forma de matriz exatamente para facilitar sua elaboração e análise, de uma forma intuitiva e que segue certas regras de fácil aplicação.

A análise do ambiente interno é que determina suas forças e fraquezas. E a análise do ambiente externo é que possibilita a definição das oportunidades e ameaças.

Ambiente interno: usualmente o ambiente interno é definido como aquele sobre o qual a empresa tem controle. Isto é, tem como agir sobre ele. É neste domínio que você encontrará as forças e fraquezas de sua empresa. É dentro do ambiente interno que você encontrará suas forças e fraquezas. Forças: elementos e características de seu ambiente interno que representam uma vantagem sobre a concorrência. Fraquezas: de forma análoga, as características e elementos de seu ambiente interno que desfavorecem sua empresa em relação à concorrência são suas fraquezas.

Ambiente externo: fatores sobre os quais a empresa não tem controle, como o clima, taxa de juros, mudanças de legislação, câmbio, desastres naturais, políticas ambientais, guerras, embargos econômicos, crises econômicas, eleições etc. Oportunidades: sempre que um fator externo cria um cenário favorável para a empresa, ele representa uma oportunidade. Ameaças: todos os elementos ou conjunturas que criam um ambiente desfavorável para a empresa (e sobre os quais a empresa não tem controle) são ameaças para o negócio.

Matriz SWOT: como fazer essa análise passo a passo:

 1.      Defina suas forças.

 2.      Determine suas fraquezas.

 3.      Liste as oportunidades.

 4.      Enumere as ameaças.

 5.      Coloque os dados nos locais da planilha conforme a figura.

Faça as correlações entre os fatores da matriz e determine:

 1.      Forças podem potencializar quais oportunidades.

 2.      Forças podem combater quais ameaças.

 3.      Fraquezas podem prejudicar quais oportunidades.

 4.      Fraquezas podem potencializar quais ameaças.

O importante é ter entendido os conceitos e principalmente como correlacionar adequadamente as forças e as fraquezas com as oportunidades e as ameaças. Que achou da matriz SWOT? Já sabe como fazer a sua?  

O PODER DA GESTÃO DE PESSOAS

Com o dia a dia corrido nas empresa fica realmente difícil enxergar com clareza os pontos que precisam ser melhorados.

Quando um problema surge, ele precisa ser solucionado rápido e por conta disso muitas vezes não é estudado a fundo o porquê da falha ter ocorrido. No entanto, entender os pontos falhos é o primeiro passo para melhorar os processos e o próprio clima organizacional.

consultoria em gestão de pessoas analiza sua empresa como alguém que olha de fora. Ela presta atenção no clima, nas metas, na comunicação entre colaboradores, nas lideranças etc.

Assim, após um período de observação, o responsável pela consultoria em gestão de pessoas terá em mãos os principais pontos a serem melhorados na organização.

O objetivo é sempre melhorar o andamento da empresa, trabalhando a motivação dos funcionários e o clima organizacional

Agora que os problemas foram identificados, é hora de resolvê-los. A consultoria em gestão de pessoas mostrará o que deve ser feito para o aprimoramento desses pontos fracos.

Por exemplo, se é visto que a empresa precisa aplicar pesquisas de satisfação com seus funcionário, o responsável pela consultoria montará essa pesquisa, testará sua eficácia e explicará aos responsáveis pelo departamento de gestão de pessoas como ela deve ser aplicada. Dessa forma, com o fim da consultoria, o departamento de gestão de pessoas terá conhecimento e autonomia para gerir suas demandas com mais facilidade.

Em caso de empresas que não tenham um departamento de gestão de pessoas, a consultoria pode transmitir as práticas definidas como necessárias aos gestores e líderes diretos.

No entanto, como nem sempre isso é viável financeiramente, investir de tempos em tempos em uma empresa especializada em gestão de pessoas para trabalhar questões pontuais se torna uma boa saída. A consultoria em gestão de pessoas te ajudará a estruturar seu negócio!

O trabalho da consultoria não é apenas ajudar no tempo de trabalho, mas também estruturar os processos e práticas, de modo que o trabalho tenha continuidade após o fim da consultoria. Um boa consultoria em gestão de pessoas entende a empresa no seu íntimo e utiliza essas informações para otimizar pesquisas, trabalhar melhores técnicas motivacionais e cuidar da saúde da empresa.

Ao fim da consultoria, a empresa vê seus processos de gestão de pessoas estruturados, com datas, métodos e ferramentas. Ótimo, não? Em casos de empresas menores, que não possuem um departamento exclusivo para gestão de pessoas, a consultoria pode trabalhar mais pontualmente trabalhando a motivação e o clima.

Saia do lugar, vamos para decolar

Analisar a consistência do seu Modelo de Negócio é crucial, mas observar seus componentes em detalhes também pode revelar interessantes caminhos para inovação e renovação. Uma maneira eficiente de se fazer isso é combinando a clássica análise SWOT com o quadro de Modelo de Negócios, também conhecido como CANVAS.

A análise SWOT é familiar no universo das empresas e utilizada para analisar forças e fraquezas de uma organização, e identificar oportunidades e ameaças em potencial. É uma ferramenta atraente por sua simplicidade, mas seu uso pode levar a discussões muito vagas, pois sua própria natureza aberta, oferece pouco direcionamento no que diz respeito a que aspectos analisar. Como resultado, podemos ter carência de respostas úteis, o que pode gerar um certo cansaço da SWOT entre gestores. Entretanto, quando combinada com o Modelo de Negócios CANVAS, a SWOT permite uma análise e uma avaliação focada na empresa e nos seus componentes.

Uma análise SWOT estruturada e seu Modelo de Negócio, traz dois resultados, um retrato de onde você está agora (forças e fraquezas) e sugere algumas trajetórias futuras (oportunidades e ameaças). Esse feedback é valioso e pode ajudar você a projetar novas opções de ações para as quais sua empresa possa evoluir.

Visionários, pioneiros e desafiadores estão gerando Modelos de Negócios inovadores por todo o mundo – como empreendedores e como colaboradores em organizações estabelecidas ou novas. O desafio de um empreendedor é projetar e implementar com sucesso seu novo negócio ou produto dentro do seu negócio. O novo modelo pode exigir mudanças dentro da cultura organizacional, ou pode visar clientes desejados anteriormente ignorados.

Todos amam a inovação até que ela os afete. O maior obstáculo para a inovação de Modelo de Negócios não é a tecnologia: somos nós humanos e as organizações nas quais vivemos. Ambos são teimosamente resistentes à experimentação e mudança. Outro obstáculo é a deficiência em mudar o processo, o pensamento que de forma linear e tradicional, levam aos mesmos resultados.

Empreendedores precisam fazer um esforço para desenvolver sua capacidade de visualizar seu negócio como um sistema cujas partes interagem umas com as outras e afetam uma as outras de maneira holística e não linear. A falta de abertura e o medo de se desviar do status adquirido, fazem os empresários ficarem confortáveis na fase de aproveitar e não de explorar o que é desconhecido, e por isso, arriscado.

Descobri que gestores e colaboradores-chaves em muitas pequenas e médias empresas carecem de estrutura e linguagem comuns para discutir a inovação. Eles não têm a teoria e muito menos a prática, mas são essenciais ao processo porque são eles que conhecem o negócio. Envolver a todos e conquistar uma velocidade nas mudanças, treinar e desenvolver a as pessoas de sua equipe é investir no maior capital que cada empresa possa ter.

Não há um Modelo de Negócios único... na verdade, o que há são muitas oportunidades e muitas opções, precisamos apenas descobrir todas elas.

 

Sucessão Familiar, já sabe quem irá assumir sua empresa?

Toda empresa madura chega em um momento no qual precisa refletir sobre o seu futuro a longo prazo. Como será a “passagem de bastão”? Qual herdeiro será o líder, o mais velho ou o mais capacitado? Os herdeiros terão partes iguais ou receberão de acordo com os seus méritos?

Muitas organizações familiares têm negligenciado esse planejamento e isso traz grandes chances de ocasionar uma série de danos patrimoniais, emocionais e empresariais. Essa falta de atenção à sucessão explica porque apenas 25% das empresas familiares (segundo o SEBRAE) conseguem chegar à segunda geração.

Para otimizar este processo com a maior agilidade e economia possível, é vital realizar um planejamento de sucessão patrimonial profissional que minimiza a pulverização do patrimônio e a desunião da família.

A sucessão possibilita como um dos benefícios a transferência do patrimônio sem custo tributário, mantendo o poder decisório e a livre administração dos bens por parte do sucedido. Também é essencial para projetar, ampliar e qualificar atividades da empresa. Também serve para obter um bom desempenho das empresas e para poder elaborar projetos de médio e longo prazos. Sem disputas de poder, capazes de trazer um forte declínio para o negócio.

A preparação do sucessor deve ser um processo que garanta a plena capacidade de gerenciamento da empresa. Para tanto, deve haver um conhecimento amplo por parte daquele que assumirá a organização, tendo ele passado por todos os departamentos e vivenciado as rotinas corporativas em profundidade.

Nessa primeira fase de planejamento do sucessor é importante ainda destacar a experiência de um trabalho dele fora da empresa familiar por um período de três a cinco anos, o ajudará a encontrar sua identidade, ou seja, o seu valor sem a proteção do sobrenome. O trabalho fora é útil até para que os erros de aprendizado sejam feitos longe da empresa e não prejudique a imagem do profissional.

O sucessor deverá ser qualificado tecnicamente para assumir a empresa, deverá ter também forte vínculo com os valores do fundador, pois tais valores determinam a cultura da empresa e, necessariamente, estabelecem a forma pela qual a organização se relaciona com o mercado. Este é o fator preponderante para a perpetuação do negócio de família.

A sucessão empresarial familiar tange assuntos muito pessoais. Por isso ela deve ser estruturada por terceiros que são isentos. Geralmente, família e envolvidos não conseguem distinguir a razão da emoção. Normalmente cada um busca seus interesses e acaba perdendo a visão macro do empreendimento. A empresa contratada para planejar a sucessão vai priorizar o negócio, regulando direitos e deveres entre os sucessores.

Triangulo de Ouro

O maior desafio para a maioria dos gestores e diretores de empresas giram em torno de dois pontos: dinheiro e pessoas. Continuamos em período de recessão para vários setores, assim como ascensão em outros, novas tecnologias, formas de estruturar seu negócio e as rápidas transformações, também demandam de habilidades e competências até então imprevistas.

Para lidar com esses desafios e mudanças algumas empresas, ou seja, àquelas que possuem uma percepção mais apurada e estão sempre em busca de melhorias, tem procurado dois profissionais o líder do financeiro e o da gestão de pessoas, que juntamente com o gestor formam o “Triangulo de Ouro”, para gerar resultados importantes.

É fundamental que o trabalho dessas três pessoas atue juntas de forma congruente e coerente, não adianta falar de pessoas e não dedicar o tempo e o investimento necessário em cada área. A maioria das empresas, ainda não sabe o papel da Gestão de Pessoas, ainda a utiliza de forma operacional, onde o líder possui pouco contato com o negócio.

A união faz com que tanto a área financeira quanto a de pessoas adotassem uma conduta mais madura e colaborativa, os profissionais nesse modelo, ficam mais integrados em outros aspectos e conseguem entender que não basta simplesmente ter o menor custo. É uma nova tendência e creio que mudará muito a cultura de cada empresa, influenciando profissionais a aprender a trabalhar sem hierarquias rígidas e a compartilhar mais as informações.

 Uma das características mais marcantes desse “Triangulo de Ouro” é que a tomada de decisões e os objetivos são mais bem pensados e levando em consideração à empresa como um todo. Mas se nem toda empresa possui um gestor com disposição para investir no líder de Gestão de Pessoas, mesmo sendo o passo que todos deveriam dar.